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terça-feira, 22 de junho de 2010
Eu tenho um sonho.
E quero partilhá-lo convosco.
E nesse sonho, o povo, num processo primeiro de tomada de consciência de si, decide homenagear Saramago de forma efectiva e plena.
Aos adeuses sentidos, às comoções sinceras, à rebusca das suas obras, às afirmações de vontades de dar continuidade às lutas, o povo, essa figura concreta de gente livre, assume nas suas mãos as rédeas do seu destino e age.
E começa um novo ano com uma atitude com tanto de épico como de ético.
Derrota Cavaco Silva nas presidenciais e permite a sua excelência que possa honrar os compromissos com… a sua família.
É um sonho…
E como tantos outros, está nas nossas mãos a possibilidade concreta de o concretizar.
Ai, se assim fosse…eu correria os jardins de Lisboa a colocar flores sobre todas as pedras…
sexta-feira, 18 de junho de 2010
ESTAR PRESENTE

Vais estar presente.
Pelo muito que tenho ainda para ler e até mesmo leituras para repetir.
Por isso, vais estar por aqui .
Assim preencheremos (porque muitos outros também o farão) aquele teu espaço de dúvida e de uma certa angustia que manifestaste quando expressavas não o medo da morte, mas uma certa intranquilidade sobre o deixar de estar
Já não tens oportunidade de o saber, mas soubeste-o.
Conheço mais a obra do que o homem e com este manifestei, algumas vezes discordâncias. Pode parecer por isso desajustado este «tu» que estou a usar, mais apropriado a quem é «próximo».
Mas não é.
Porque essa proximidade, não é a proximidade dos homens, mas sim a proximidade das suas ideias, das partilhas e dos espaços éticos de convivência.
Com as devidas distâncias, pela dimensão.
Mas por mais paradoxo que possa parecer.
Tive primeiro acesso ao homem do que à sua obra.
Na terra do levantado do chão.
No Centro de Trabalho do PCP, quando numa noite, lá entrou, folheou panfletos e comprou autocolantes